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quinta-feira, 9 de maio de 2013

A tecnologia Extremis em Homem de Ferro 3 pode se tornar realidade, segundo Engenheiro biomédico



A tecnologia que conduz a história de Homem de Ferro 3 não é, como era de costume, a armadura do Tony Stark. Em vez disso, é um projeto científico chamado Extremis, isto é, hackeando o sistema operacional do seu corpo usando nanotecnologia, para curar ferimentos e até regenerar partes do corpo.
A ciência fisiológica de nanopartículas por trás disso não é pura ficção científica. Pelo menos algumas partes dela estarão ao alcance relativamente em breve.
O professor em Engenharia Biomédica na Universidade Emory, Dr. Shuming Nie, diz que o conceito não está muito longe da realidade. Dentro de 10 anos ou mais, poderemos ter aplicações médicas práticas de nanopartículas que não só melhoram o corpo humano, mas facilitam a realização de cirurgias.
Abaixo, você confere o vídeo da Universidade Emory:

Uma aplicação (financiada pela Força Aérea americana) já provou ser capaz de aumentar a sua sensibilidade óptica em até 100 trilhões de vezes. Isso é suficiente para se concentrar em uma única molécula. Outra aplicação, que poderia estar pronta em poucos anos, é uma injeção de partículas que faz tumores brilharem, tornando-os fáceis de encontrar e remover. Ele já funciona muito bem em câncer de mama e de pulmão.
O professor admite ainda que tecnologias muito próximas à ficção científica vão levar de 50 a 100 anos, ou mais, para virarem realidade.

Fonte: Engenharia e

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